Cursos presenciais Workshop Fisiofocus TV Blog Contacto

A importância da fisioterapia no desenvolvimento motor infantil - 05/12/2019

desarrollo-motor-ninos.jpg

Os primeiros anos de vida são fundamentais para o desenvolvimento motor das crianças. Durante a infância, ele trabalhava para adquirir o domínio completo das áreas motoras grossas (movimentos dos músculos grandes, como por exemplo caminhar, engatinhar ou correr) e as motoras finas (movimentos dos músculos pequenos, como pintar, retocar com lápis, cortar, etc).

É nesta etapa onde se podem detectar os problemas do tipo de acionamento. Graças ao diagnóstico precoce e o conjunto de técnicas terapêuticas, pode-se estimular a integração e um melhor desenvolvimento do infante.

Como intervém a fisioterapia no desenvolvimento motor em crianças?

É aqui onde entra em jogo a fisioterapia pediátrica. Este ramo que compreende um amplo leque de técnicas que contribuem para o seu desenvolvimento psicomotora e se ajustam às necessidades do menor.

Às vezes, o tratamento fisioterapêutico começa desde os primeiros meses de vida. Os exercícios buscam colocar a prova suas habilidades motoras para melhorar a mobilidade, a percepção e os reflexos. O tipo de tratamento dependerá em grande medida do grau de colaboração do paciente.

O profissional deve esforçar-se por trabalhar em um ambiente natural e gamificado que seja favorável à recuperação da criança. Um grande desafio da fisioterapia pediátrica é procurar jogos e materiais que permitam estimular o pequeno, sem alterar a sua zona de conforto.

Quando atua a fisioterapia pediátrica nestes casos?

A fisioterapia pediátrica é tão importante tratar como prevenir, para, no futuro, evitar doenças mais complicadas. Alguns dos casos onde a fisioterapia contribui para o desenvolvimento motor infantil são:

  • Atraso do desenvolvimento psicomotor.
  • Prematuridade (hipertonía, raros, atraso do desenvolvimento psicomotor).
  • Paralisia cerebral infantil.
  • Cromosopatías (de Down, Frágil X, Rett, Williams, etc.).
  • Complicações neuromusculares.
  • Patologias músculo esqueléticas.
  • Síndrome meio hipotônico do bebê.
  • Paralisia braquial obstétrica.
  • Torcicolo congénito.
  • Plagiocefalia.