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Abordagem instrumental do joelho do corredor: síndrome da cintilla iliotibial - 10/01/2019

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A síndrome da cintilla iliotibial, uma tendinite/osis lateral do joelho causada por movimentos de fricção, costuma apresentar-se em corredores, ciclistas, jogadores de futebol, etc. de Acordo com a pesquisa nacional de hábitos desportivos, em 2015, 50% dos atletas experimentaram alguma lesão, especialmente na área do joelho.

 

SÍNDROME DA CINTILLA ILIOTIBIAL

  • Localização: face lateral da coxa.Início agudo, piora a descer e descer escadas
  • Dor latejante. Aumenta ao pressionar o tubérculo de Gerdy
  • Costuma aparecer aos 30º de flexão de joelho
  • Pode piorar após sedestación prolongada
  • Não costuma mudar de intensidade ou localização
  • Os animais apresentaram, crepitação e edema leve local

 

DIAGNÓSTICO

Para o diagnóstico, deve ter presente a história clínica, o exame físico e uma ressonância magnética para descartar patologia intraarticular.

Não deve ser confundida com outras doenças, como dor primário fascial, síndrome femoropatelar, degeneração articular precoce, patologia do menisco externo, tendinopatía poplítea ou de bíceps femoral e lesão do nervo peroneal comum.

 

EXPLORAÇÃO

  • Instabilidade: quando e sensação subjetiva do paciente
  • Dor: localização (coxa, joelho e perna), tipo (local, difuso, superficial, profundo, contínuo, intermitente...), padrão (diurno ou noturno), escala EVA
  • Início da lesão
  • Pré-tratamento e medicação atual
  • Limitação funcional: AVD, profissional e esportiva
  • Detecção de rede e yellowflags
  • Inspeção visual, palpação e avaliação do ROM
  • Avaliação muscular, funcional e neurodinámica
  • Fatores intrínsecos e extrínsecos

 

FIBROLISIS INSTRUMENTAL

Técnica desenvolvida pelo KurtEkman nos anos 40 para retornar o sistema miofascial sua escala de mobilidade fisiológica através de um gancho, quebrando a fibrose através da pele sem traspasarla. Não é invasiva e tem um custo-benefício aceitável.

Ekman descobriu aderências teciduais e corpúsculos irritativos mioaponeuróticos (depósitos cristalizados úricos e dos canais de cálcio). As adesões limitam o movimento muscular, alterando a propriocepção e criando compensações locais e a distância.

Os efeitos da FI são apreciados a nível mecânico, circulatório, reflexo, metabólico e psicoemocional.

Na fase imediata da técnica normalizará o tônus muscular, o trofismo e diminuirá as adesões. A curto prazo, melhorar a amplitude articular e o esquema corporal. No caso de estar em fase crônica, a liberação dos tecidos resultam em uma reagudización da lesão, iniciando novamente o processo de regeneração.

 

PROTOCOLO

  • Liberação do TFL, glúteo maior, médio e vasto lateral
  • O arranhão multidirecional do tubérculo ilíaco e corpo de cintilla
  • O arranhão das margens da cintilla
  • Técnica longitudinal, transversa e de alavanca

 

Francesc Rubi